Consiste no emprego de expressões redundantes para dar maior força à frase, para dar graça, ênfase e energia à frase.
É o emprego de palavras aparentemente desnecessárias para a compreensão do texto, mas que serve para reforçá-lo.
Exemplos:
Morrerás morte mil da mão dum forte. (Gonçalves Dias)
A mim falou-me a voz da consciência.
Não fiqueis homem mudo e quedo.
Onde há vergonha e honra, não de pode afirmar, senão o que se vê com os olhos, ou se ouve dos dignos da fé. (Arrais)
Observação:
Há expressões populares que não podem ser consideradas pleonasmos. Ao contrário, constituem verdadeiros vícios de linguagem. Assim é com: entrar para dentro, sair para fora, subir para cima, descer para baixo, pisar com os pés.
Maria da Glória Perez Delgado Sanches
Membro Correspondente da ACLAC – Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.
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