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terça-feira, 17 de setembro de 2013

DO VERBO "PONHAR" E POR X PÔR

ponhei, ponhaste, ponhou"Ponhar" é verbo? 
Sim, e conjuga-se: "eu ponhei", "você ponhou", "ele ponhava". 
Entretanto, não há registro nos dicionários ou no vocabulário da Academia Brasileira de Letras. Por conclusão, não existe "ponhar" em nosso idioma, considerada a linguagem registrada e formal.

Ponhar pode ser definido como regionalismo, comum no interior do estado de São Paulo e norte do Paraná.
Encontro pessoas com nível médio de cultura e bom vocabulário que
brindam-nos, a qualquer tempo, com o "ponhar", em alguma de suas conjugações. Por quê?
Ponhar é resultado do desconhecimento ou mau uso da conjugação do verbo pôr (pôr, acentuado, é verbo; por, sem acento, preposição). Está tanto arraigado ao costume das pessoas dessa região que tomam o ponhar como certo e esquivam-se da conjugação formal.
Trago de memória caso envolvendo pessoa muito querida - e já falecida  -, de avantajada idade, que corrigiu o neto:
- Pus. Pus. De onde você tirou esse pus? Pus não existe. O certo é ponhei.
O neto, rapaz pronto a rebater, esculhambar o interlocutor, calou-se, em respeito. Respeito que até hoje admiro e ora trago, amalgamado na reprodução.
O correto é pus. Estranho, mas correto. Ponhei não existe.

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e os mais, na coluna ao lado. Esteja à vontade para perguntar, comentar ou criticar.
Um abraço!
Thanks for the comment. Feel free to comment, ask questions or criticize. A great day and a great week! 

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches 

4 comentários:

  1. Ponhar é o mesmo que colocar, porém
    o termo é de origem humilde, usado
    por pessoas simples, característico
    do interior de São Paulo.
    Por regionalismo, o termo poderá ser
    incluído na Gramática Brasileira.

    Junior.

    ResponderExcluir
  2. Olá, Junior, bom dia e obrigada pelo comentário!

    Concordo com você. É um verbo típico do interior de São Paulo, usado especialmente por pessoas humildes.
    Ainda que os dicionários não o registrem, deve ser incluído como regionalismo.
    Ou seja, apesar de não pertencer à língua culta, faz parte de nosso patrimônio linguístico.

    ResponderExcluir
  3. Olá, Junior, bom dia e obrigada pelo comentário!

    Concordo com você. É um verbo típico do interior de São Paulo, usado especialmente por pessoas humildes.
    Ainda que os dicionários não o registrem, deve ser incluído como regionalismo.
    Ou seja, apesar de não pertencer à língua culta, faz parte de nosso patrimônio linguístico.

    ResponderExcluir

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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

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