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domingo, 21 de outubro de 2007

VOZES VERBAIS - VOZES DO VERBO

Voz verbal é a flexão do verbo que indica se o sujeito pratica, ou recebe, ou pratica e recebe a ação verbal.

01) Voz Ativa: quando o sujeito é agente, ou seja, pratica a ação verbal ou participa ativamente de um fato.
Ex. As meninas exigiram a presença da diretora.
A torcida aplaudiu os jogadores.
O médico cometeu um erro terrível.

02) Voz Passiva: quando o sujeito é paciente, ou seja, sofre a ação verbal.

A) Voz Passiva Sintética:

A voz passiva sintética é formada por verbo transitivo direto, pronome se (partícula apassivadora) e sujeito paciente.

SEMÂNTICA

Em recente prova de vestibular, uma questão que sempre cai - e que, de igual forma, sempre leva os candidatos com ela - trouxe à tona mais um problema no campo da semântica.

Nela, a banca pedia para que se substituísse uma expressão destacada (... estar prestes a acontecer...) por uma das palavras nas alternativas dadas (iminente ou eminente).

Para os menos avisados, semântica é a parte da gramática que estuda o sentido e a aplicação das palavras em um contexto.

Assim sendo, a palavra manga pode ter alguns significados dependendo o contexto.

Vejamos a palavra nas orações “Me lambuzo todo chupando manga” e “Não posso sair com essa manga rasgada”.

REGÊNCIA VERBAL

A regência estuda a relação existente entre os termos de uma oração ou entre as orações de um período.

A regência verbal estuda a relação de dependência que se estabelece entre os verbos e seus complementos. Na realidade o que estudamos na regência verbal é se o verbo é transitivo direto, transitivo indireto, transitivo direto e indireto ou intransitivo e qual a preposição relacionada com ele.

Verbos Transitivos Diretos
Verbos Transitivos Indiretos
Verbos Transitivos Diretos e Indiretos
Verbos Intransitivos

VERBOS TRANSITIVOS DIRETOS
São verbos que indicam que o sujeito pratica a ação, sofrida por outro elemento, denominado objeto direto. 

PERÍODO COMPOSTO POR SUBORDINAÇÃO

Períodos compostos por subordinação são períodos que, sendo constituídos de duas ou mais orações, possuem uma oração principal e pelo menos uma oração subordinada a ela. A oração subordinada está sintaticamente vinculada à oração principal, podendo funcionar como termo essencial, integrante ou acessório da oração principal. As orações subordinadas que se conectam à oração principal através de conjunções subordinativas são chamadas orações subordinadas sindéticas. As orações que não apresentam conjunções subordinativas geralmente apresentam seus verbos nas formas nominais, sendo chamadas orações reduzidas.

I. Orações Subordinadas Substantivas:
São seis as orações subordinadas substantivas, que são iniciadas por uma conjunção subordinativa integrante (que, se)

PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO

Períodos compostos por coordenação são os períodos que, possuindo duas ou mais orações, apresentam orações coordenadas entre si. Cada oração coordenada possui autonomia de sentido em relação às outras, e nenhuma delas funciona como termo da outra.

As orações coordenadas, apesar de sua autonomia em relação às outras, complementam mutuamente seus sentidos. A conexão entre as orações coordenadas podem ou não ser realizadas através de conjunções coordenativas. Sendo vinculadas por conectivos ou conjunções coordenativas, as orações são coordenadas sindéticas. Não apresentando conjunções coordenativas, as orações são chamadas orações coordenadas assindéticas.

Orações Coordenadas Assindéticas

INTERJEIÇÕES

Interjeições: São vocábulos frase excluído das classes de palavras

Sentimento/Emoção
Principais interjeições

alegria
Ah! Oh!

animação, encorajamento
Avante! Coragem! Eia! Força! Vamos!

aplauso
Bem! Bis! Bravo! Viva!

FUNÇÕES DA LINGUAGEM

O emissor, ao transmitir uma mensagem, sempre tem um objetivo: informar algo, ou demonstrar seus sentimentos, ou convencer alguém a fazer algo, entre outros; conseqüentemente, a linguagem passa a ter uma função, que são as seguintes:

Função Referencial
Função Conativa
Função Emotiva
Função Metalingüística
Função Fática
Função Poética
Obs.: Em um mesmo contexto, duas ou mais funções podem ocorrer simultaneamente: uma poesia em que o autor discorra sobre o que ele sente ao escrever poesias tem as linguagens poética, emotiva e metalingüística ao mesmo tempo.

Função Referencial

FORMAÇÃO DOS TEMPOS VERBAIS

• Pretérito perfeito e seus derivados

O pretérito perfeito do indicativo é um tempo primitivo, empregado para referenciar fatos que começaram no passado e já foram concluídos. Ex.

Eu andei
Tu andaste
Ele andou
Nós andamos
Vós andastes
Eles andaram

Do pretérito perfeito derivam-se o pretérito mais-que-perfeito do indicativo, o futuro do subjuntivo e o pretérito imperfeito do subjuntivo. Tais derivados formam-se pelo tema do pretérito perfeito que é obtido conjugando esse tempo na 2ª pessoa do singular (tu) e eliminando a desinência – ste. Ex.

Tu andaste -ste anda
Tu bebeste -ste bebe
Tu partiste -ste parti

FIGURAS DE LINGUAGEM

São recursos que tornam mais expressivas as mensagens. Subdividem-se em figuras de som, figuras de construção, figuras de pensamento e figuras de palavras.

Figuras de som

a) aliteração: consiste na repetição ordenada de mesmos sons consonantais.
“Esperando, parada, pregada na pedra do porto.”

b) assonância: consiste na repetição ordenada de sons vocálicos idênticos.
“Sou um mulato nato no sentido lato
mulato democrático do litoral.”

DERIVAÇÃO

Derivação consiste em modificar uma determinada palavra primitiva por acréscimo de afixos. Assim, temos a possibilidade de fazer acréscimos criando palavras de estrutura complexa. Ex.

Pedra Pedreira Pedregulho Pedraria

A derivação é um processo produtivo da língua portuguesa, pois podemos incorporar os mesmos afixos a um número grande de palavras primitivas. Tais acréscimos, alteram o significado da palavra e muda-lhe a classe gramatical.

• Tipos de Derivação

CONCORDÂNCIA

Regra geral:

Estudar a concordância verbal é, basicamente, estudar o sujeito, pois é com este que o verbo concorda. Se o sujeito estiver no singular, o verbo também o estará; se o sujeito estiver no plural, o mesmo acontece com o verbo. Então, para saber se o verbo deve ficar no singular ou no plural, deve-se procurar o sujeito, perguntando ao verbo Que(m) é que pratica ou sofre a ação? ou Que(m) é que possui a qualidade? A resposta indicará como o verbo deverá ficar.

Por exemplo, a frase As instalações da empresa são precárias tem como sujeito “as instalações da empresa”, cujo núcleo é a palavra instalações, pois elas é que são precárias, e não a empresa; por isso o verbo fica no plural.

COMPOSIÇÃO DE PALAVRAS: PALAVRAS SIMPLES E COMPOSTAS

Composição consiste em produzir palavras compostas a partir de palavras simples. Palavras simples são aquelas em que existe um único radical como amor e perfeito. Para produzir a composição de uma palavra composta, é necessário estabelecer vínculos permanentes sobre essas palavras para que nelas haja um novo significado. Ex. amor-perfeito que é o nome de uma flor, diferentemente do significado das palavras amor perfeito que significa um sentimento amoroso.

A composição pode ser feita através de radicais que não tem vida independente na língua. São palavras que recebem o nome de compostos eruditos por serem formadas por radicais gregos e latinos.

• Tipos de Composição
1. Composição por Justaposição: Consiste em formar composto que ficam lado a lado, ou seja, justapostos. Ex.
Amor-perfeito Girassol Passatempo Guarda-roupa

2. Composição por Aglutinação: Consiste em...

COLOCAÇÃO PRONOMINAL

Próclise: é a colocação dos pronomes oblíquos átonos antes do verbo. Usa-se a próclise, quando houver palavras atrativas. São elas:

a) Palavras de sentido negativo.
- Ela nem se incomodou com meus problemas.

b) Advérbios.
- Aqui se tem sossego, para trabalhar.

c) Pronomes Indefinidos.
- Alguém me telefonou?

d) Pronomes Interrogativos.
- Que me acontecerá agora?

ARTIGO

Artigo é a palavra que precede o substantivo, servindo pala classifica-lo quanto ao gênero e ao número. O artigo pode especificar ou generalizar o substantivo classificando-o em definido ou indefinido. Atuam sempre como adjuntos adnominais dos substantivos que os precedem.

Classificação dos Artigos

Artigo Definido (o, a, os, as): especifica o substantivo que o acompanha. Ex: "Meu vizinho gosta de animais. O gato dele é lindo...”

Artigo Indefinido (um, uma, uns, umas): generaliza o substantivo que o acompanha. Ex: "Um bichinho do meu vizinho sumiu".

APOSTO E VOCATIVO

Aposto é o termo que explica, desenvolve, identifica ou resume um outro termo da oração, independente da função sintática que este exerça. Há quatro tipos de aposto:

Aposto Explicativo:

O aposto explicativo identifica ou explica o termo anterior; é separado do termo que identifica por vírgulas, dois pontos, parênteses ou travessões.

Ex. Terra Vermelha, romance de Domingos Pellegrini, conta a história da colonização de Londrina.

Oração Subordinada Adjetiva Explicativa:

ADVÉRBIO

Advérbio é a palavra invariável que modifica o sentido do verbo, acrescentando a ele determinadas circunstâncias de tempo, de modo, de intensidade, de lugar, etc. Ex.

Um lindo balão azul atravessava o céu.
Um lindo balão azul atravessava lentamente o céu.

Nesse caso, lentamente modifica o verbo atravessar, pois acrescenta uma idéia de modo. Os advérbios de intensidade têm uma característica particular, pois além de intensificar o verbo, eles podem intensificar o sentido de adjetivos e de outros advérbios. Ex.

Nosso amigo é inteligente demais.
As encomendas chegaram muito tarde.

ACENTUAÇÃO TÔNICA

A acentuação tônica investiga a intensidade com que pronunciamos as sílabas das palavras de nossa língua. Aquelas sobre as quais recai a maior intensidade são as sílabas tônicas; as demais são as sílabas átonas. De acordo com a posição da sílaba tônica, os vocábulos da língua portuguesa são classificados em:

oxítonos – são aqueles cuja sílaba tônica é a última:

coração procurar pior ruim sabiá também

paroxítonos – são aqueles cuja sílaba tônica é a penúltima:

álbum estrada desse posso retrato sabia

CRASE

A palavra crase provém do grego (krâsis) e significa mistura. Na língua portuguesa, crase é a fusão de duas vogais idênticas, mas essa denominação visa a especificar principalmente a contração ou fusão da preposição a com os artigos definidos femininos ( a, as) ou com os pronomes demonstrativos a, as, aquele, aquela, aquilo, aquiloutro, aqueloutro.

Para saber se ocorre ou não a crase, basta seguir três regras básicas:

01) Só ocorre crase diante de palavras femininas, portanto nunca use o acento grave indicativo de crase diante de palavras que não sejam femininas.

ESTRUTURA E FORMAÇÃO DAS PALAVRAS

Conceitos básicos:

Observe as seguintes palavras:
escol-a
escol-ar
escol-arização
escol-arizar
sub-escol-arização
Observando-as, percebemos que há um elemento comum a todas elas: a forma escol-. Além disso, em todas há elementos destacáveis, responsáveis por algum detalhe de significação. Compare, por exemplo, escola e escolar: partindo de escola, formou-se escolar pelo acréscimo do elemento destacável -ar.

CLASSIFICAÇÃO DAS PALAVRAS QUE E SE

A palavra que em português pode ser:

Interjeição: exprime espanto, admiração, surpresa.

Nesse caso, será acentuada e seguida de ponto de exclamação. Usa-se também a variação o quê! A palavra que não exerce função sintática quando funciona como interjeição.

Quê! Você ainda não está pronto?
O quê! Quem sumiu?

Substantivo: equivale a alguma coisa.

CONJUNÇÕES

1. Examinemos os seguintes provérbios:

O mal e o bem à face vêm.
Deseja o melhor e espera o pior.
Só dura a mentira enquanto a verdade não chega.

No primeiro, encontramos a palavra e, que está ligando dois termos de uma oração: o mal e o bem.
No segundo, vemos a mesma palavra e, que está ligando duas orações de sentido completo e independente: Deseja o melhor. Espera o pior.
No terceiro, aparece a palavra enquanto unindo duas orações que não podem ser separadas sem que fique alterado o sentido que expressam, pois a segunda depende da afirmação contida da primeira.
Os vocábulos invariáveis que servem para relacionar duas orações ou dois termos semelhantes da mesma oração chamam-se CONJUNÇÕES.

EMPREGO DO HÍFEN

Regras gerais

Não é fácil sistematizar o uso do hífen em português, já que seu uso é meramente convencional.
Como regra geral só se ligam por hífen os elementos das palavras compostas que mantêm a noção de composição, isto é, os elementos das palavras compostas que mantêm a sua independência fonética, conservando cada um a sua própria acentuação, porém formando o conjunto perfeita unidade de sentido.

É o caso de:

amor-perfeito, dedo-duro, mau-caráter, pára-raios, ponto-e-vírgula, matéria-prima

Além disso, emprega-se o hífen para:

a) separar as sílabas de uma palavra.
me-lan-ci-a, li-vro, pás-sa-ro, ca-der-no

PARA QUE SERVE A ACENTUAÇÃO?

A acentuação serve para auxiliar a representação escrita da linguagem.

Quando ouvimos, distinguimos com facilidade uma sílaba tônica de uma sílaba átona. Quando lemos, entretanto, não é tão fácil, o que pode dificultar a leitura.

Assim, os sinais de acentuação cumprem o papel de distinguir, na escrita, palavras de grafia idêntica, mas de tonicidade diferente, como secretária/secretaria, público/publico, baba/babá, mágoa/magoa.

Gramática - Brasil Escola

SUJEITO E PREDICADO

Sujeito: é o termo da oração que funciona como suporte de uma afirmação feita através do predicado.

Predicado: é o termo da oração que, através de um verbo, projeta alguma afirmação sobre o sujeito.

Exemplo:

A pequena criança
me contou a novidade com alegria no olhar.

Sujeito
Predicado

Para ajudar a localizar o sujeito há três critérios:

CLASSIFICAÇÃO DOS VERBOS QUANTO À PREDICAÇÃO

Quanto à predicação, o verbo costuma ser classificado em cinco tipos:

• Transitivo direto: aquele que vem acompanhado de um objeto sem preposição obrigatória (objeto direto ou objeto direto preposicionado)

Ex:
Meu irmão
reconquistou
sua namorada.

verbo transitivo direto
complemento sem preposição

As crianças
comeram
de seus lanches.

verbo transitivo direto
complemento com preposição não obrigatória (objeto direto preposicionado)

USO DA VÍRGULA

Estando a oração em ordem direta (seus termos se sucedem na seguinte progressão: sujeito → verbo → complementos do verbo (objetos) → adjunto adverbial), isto é, sem inversões ou intercalações, o uso da vírgula é, de modo geral, desnecessário. Assim:

1. Não se usa vírgula:
Não se usa vírgula separando termos que, do ponto de vista sintático, ligam-se diretamente entre si:

a) entre sujeito e predicado.

Todos os alunos da sala foram advertidos.
Sujeito predicado

b) entre o verbo e seus objetos.

O trabalho custou sacrifício aos realizadores.
V.T.D.I. O.D. O.I.

FORMA E GRAFIA DE ALGUMAS PALAVRAS

Mas/Mais:

Mas: conjunção adversativa, equivale a porém, contudo, entretanto:
Ex.: Tento não sofrer, mas a dor é muito forte.

Mais: pronome ou advérbio de intensidade, opõe-se a menos:
Ex.: É um dos garotos mais bonitos da escola.

Onde/Aonde:

Onde: lugar em que se está ou que se passa algum fato:
Ex: Onde você foi hoje?

Aonde: indica movimento (refere-se a verbos de movimento):
Ex: Aonde você vai?

Que/Quê

Que: pronome, conjunção, advérbio ou partícula expletiva:
Ex: Convém que o assunto seja esquecido rapidamente.

Quê: monossílabo tônico, substantivo, ou interjeição.
Ex: Você precisa de quê?

Mal/Mau

Mal: advérbio (opõe-se a bem), como substantivo indica doença, algo prejudicial:
Ex: Ele se comportou muito mal. (advérbio)
Ex: A prostituição infantil é um mal presente em todas as partes do Brasil. (substantivo)

Mau: adjetivo (ruim, de má qualidade)
Ex: Ele não é um mau sujeito.

Ao encontro de/De encontro a

Ao encontro de: significa “ser favorável a”, “aproximar-se de”.
Ex: Quando avistei minha mãe fui correndo ao encontro dela.

De encontro a: indica oposição, colisão.
Ex: Suas idéias sempre vieram de encontro às minhas. Somos mesmo diferentes.

Afim/A fim

Afim: adjetivo que indica igual, semelhante.
Ex: Temos objetivos afins.

A fim: indica finalidade:
Ex: Trabalho hoje a fim de folgar amanhã.

A par/ Ao par

A par: sentido de “bem informado”
Ex: Eu estou a par de todas as fofocas.

Ao par: indica igualdade entre valores financeiros.
Ex: O real está ao par do dólar.

Demais/De mais

Demais: advérbio de intensidade, sentido de “muito”.
Ex: Você é chato demais.
Demais também pode ser pronome indefinido, sentido de “os outros”.
Ex: Alguns professores saíram da sala enquanto os demais permaneceram atentos às orientações.

De mais: opõe-se a de menos.
Ex: Não vejo nada demais em seu comportamento.

Senão/Se não

Senão: sentido de “caso contrário”, “a não ser”.
Ex: não fazia coisa alguma senão conversar.

Se não: sentido de “caso não”.
Ex: Se não houver conscientização, haverá escassez de água.

Na medida em que/ À medida que

Na medida em que: equivale a porque, já que, uma vez que.
Ex: Na medida em que os projetos foram abandonados, os estagiários ficaram desmotivados.

À medida que: indica proporção, equivale a à proporção que.
Ex: A emoção aumentava à medida que o momento da apresentação se aproximava.

ORTOGRAFIA

Emprego do h

O h é uma letra que se mantém em algumas palavras em decorrência da etimologia ou da tradição escrito do nosso idioma. Algumas regras, quanto ao seu emprego devem ser observadas:

a) Emprega-se o h quando a etimologia ou a tradição escrita do nosso idioma assim determina.
homem, higiene, honra, hoje, herói.

b) Emprega-se o h no final de algumas interjeições.
Oh! Ah!

c) No interior dos vocábulos não se usa h, exceto:
- nos vocábulos compostos em que o segundo elemento com h se une por hífen ao primeiro.
super-homem, pré-história.

- quando ele faz parte dos dígrafos ch, lh, nh.
Passarinho, palha, chuva.

PARÔNIMOS E HOMÔNIMOS

Parônimos: são palavras que apresentam significados diferentes embora sejam parecidas na grafia ou na pronúncia.

“Estória” é a grafia antiga de “história” e essas palavras possuem significados diferentes. Quando dizemos que alguém nos contou uma estória, nos referimos a uma exposição romanceada de fatos imaginários, narrativas, contos ou fábulas; já quando dizemos que fizemos prova de história, nos referimos a dados históricos, que se baseiam em documentos ou testemunhas.

Ambas as palavras constam no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa da Academia Brasileira de Letras. Porém, atualmente, segundo o Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, é recomendável usar a grafia “história” para denominar ambos os sentidos.

REGÊNCIA NOMINAL

Regência Nominal é o nome da relação entre um substantivo, adjetivo ou advérbio transitivo e seu respectivo complemento nominal. Essa relação é intermediada por uma preposição.

No estudo da regência nominal, deve-se levar em conta que muitos nomes seguem exatamente o mesmo regime dos verbos correspondentes.

Conhecer o regime de um verbo significa, nesses casos, conhecer o regime dos nomes cognatos.

- alheio a, de - liberal com
- ambicioso de - apto a, para
- análogo a - grato a

INTERJEIÇÃO

Interjeição é a palavra invariável que exprime emoções, sensações, estados de espírito, ou que procura agir sobre o interlocutor, levando-o a adotar certo comportamento sem que, para isso, seja necessário fazer uso de estruturas lingüísticas mais elaboradas.

• Ah! Pode exprimir prazer, deslumbramento, decepção;
• Psiu! Pode indicar que se está querendo atrair a atenção do interlocutor, ou que deseja que ele faça silêncio.

Outras interjeições e locuções interjetivas podem expressar:

PRONOME RELATIVO

Pronome relativo é uma classe de pronomes que substituem um termo da oração anterior e estabelece relação entre duas orações.
Não conhecemos o aluno. O aluno saiu.
Não conhecemos o aluno que saiu.
Como se pode perceber, o que, nessa frase está substituindo o termo aluno e está relacionando a segunda oração com a primeira.
Os pronomes relativos são os seguintes:

Variáveis
O qual, a qual
Os quais, as quais
Cujo, cuja
Cujos, cujas
Quanto, quanta
Quantos, quantas

Invariáveis
Que (quando equivale a o qual e flexões)
Quem (quando equivale a o qual e flexões)
Onde (quando equivale a no qual e flexões)

PRONOME

Pronome é classe de palavra (variável em gênero, número e pessoa) que acompanha ou representa o substantivo, serve para apontar uma das três pessoas do discurso ou situá-lo no espaço e no tempo.

O pronome pode funcionar como:

- Pronome adjetivo: quando modifica um substantivo.

Esta casa é antiga.

- Pronome substantivo: quando desempenha função de substantivo.

PRONOMES PESSOAIS

Pronomes pessoais são aqueles que designam uma das três pessoas do discurso.

Exemplo: Eu fui ao cinema de táxi. (eu = 1ª pessoa do discurso)

Os pronomes pessoais são subdivididos em:

- do caso reto: função de sujeito na oração.
Nós saímos do shopping. (nós = sujeito)

- do caso oblíquo: função de complemento na frase.
Desculpem-me. (me = objeto)

Os pronomes oblíquos subdividem-se em:

PRONOMES POSSESSIVOS

Pronome possessivo é o tipo de pronome que indica a que pessoa do discurso pertence o elemento ao qual se refere.

Meu carro está estragado.

Quadro dos pronomes possessivos

Número Pessoa Pronomes possessivos
singular primeira meu, minha, meus, minhas
segunda teu, tua, teus, tuas
terceira seu, sua, seus, suas
plural primeira nosso, nossa, nossos, nossas
segunda vosso, vossa, vossos, vossas
terceira seu, sua, seus, suas

Os pronomes possessivos concordam em gênero e número com a coisa possuída, e em pessoa com o possuidor.

(eu) Vendi minha moto.
(tu) Releste tua prova?
(nós) Compramos nosso carro.

Quando o pronome possessivo determina mais de um substantivo, ele deverá concordar em gênero e número com o substantivo mais próximo.

Vou lavar minhas sandálias e tênis.


Emprego dos pronomes possessivos

- seu: a utilização do pronome seu (e flexões) pode gerar frases ambíguas, podemos ter dúvidas quanto ao possuidor.

A menina disse ao colega que não concordava com sua reprovação.
(reprovação de quem? Da menina ou do colega?)

Para evitar esse tipo de ambigüidade, usa-se dele (dela, deles, delas)

A menina disse ao colega que não concordava com a reprovação dela.
• A reprovação dela (da aluna)

A menina disse ao colega que não concordava com a reprovação dele.
• A reprovação dele (do colega)

- existem casos em que o pronome possessivo não exprime propriamente idéia de posse. Ele pode ser utilizado para indicar aproximação, afeto ou respeito.

Aquele museu deve ter seus cem anos. (aproximação)

Meu caro amigo, cuide melhor de sua saúde. (afeto)

Sente-se aqui minha senhora. (respeito)

- seu: anteposto a nomes próprios não é possessivo, mas uma alteração fonética de Senhor.

Seu José, o senhor poderia emprestar-me seu celular?

Gramática - Brasil Escola

PRONOMES DEMONSTRATIVOS

Aqui selecionei três textos, relativos aos pronomes demonstrativos.

A intenção é revisitá-los, para a organização das informações em único elemento, com a adição do material relativo ao curso de português jurídico, ministrado na Faculdade de Direito pelo professor Eduardo Gasques.

De toda forma, torno-os desde já disponíveis.

Os pronomes demonstrativos demonstram a posição de um elemento qualquer em relação às pessoas do discurso, situando-os no espaço, no tempo ou no próprio discurso.
Eles se apresentam em formas variáveis (gênero e número) e não-variáveis.


Pronomes Demonstrativos

PRONOMES INDEFINIDOS E INTERROGATIVOS

Os pronomes indefinidos referem-se à terceira pessoa do discurso de forma vaga, imprecisa e genérica.

Alguém deixou a torneira aberta.

Pronomes Indefinidos

Variáveis Invariáveis
(referem-se a coisas)
Algum, alguma, alguns, algumas algo
Nenhum, nenhuma Tudo
Nenhuns, nenhumas
Todo, toda, todos, todas Nada
Outro, outra, outros, outras
Muito, muita, muitos, muitas
(referem-se a pessoas)
Pouco, pouca, poucos, poucas Quem
Certo, certa, certos, certas Alguém
Vário, vária, vários, várias Ninguém
Quanto, quanta, quantos, quantas outrem
Tanto, tanta, tantos, tantas
Qualquer, quaisquer
(referem-se a coisas e pessoas)
Qual, quais Cada
Um, uma, uns, umas que

Os pronomes indefinidos também podem aparecer sob a forma de locução pronominal:

Cada qual, quem quer que, qualquer um, todo aquele que, tudo o mais


Emprego dos pronomes indefinidos

- o indefinido algum, anteposto ao substantivo tem sentido afirmativo; posposto, assume sentido negativo.

Algum caso teve ocorrência. (afirmativo)
Motivo algum me fará desistir de você. (negativo)

- o indefinido cada não deve ser utilizado desacompanhado de substantivo ou numeral.

Receberam dez reais cada um.

- o indefinido certo, antes de substantivo é pronome indefinido, depois do substantivo é adjetivo.

Não entendo certas pessoas. (pronome indefinido)

Escolheram o local certo para a festa. (adjetivo)

- o indefinido todo e toda (singular), quando desacompanhados de artigo, significam qualquer.

Todo homem é mortal. (Qualquer homem é mortal)

Quando acompanhados de artigo dão idéia de totalidade.

Ela jogou todo o macarrão fora.

Qualquer (plural = quaisquer): Vieram pessoas de quaisquer origens.


Pronomes Interrogativos


É um tipo de pronome indefinido com que se introduzem frases interrogativas (diretas ou indiretas).


Variáveis Invariáveis
Qual, quanto Quem que


Quantos irão ao teatro? (direta)
Quero saber quantos irão ao teatro. (indireta)

Gramática - Brasil Escola

RADICAIS E PREFIXOS GREGOS

Radicais e prefixos Gregos

Lista de alguns dos principais radicais e prefixos gregos:

Radicais:

Radical Sentido Exemplo
acro alto, elevado acrobata
aero ar aeronáutica
agogo o que conduz pedagogo
algia dor nevralgia (nervo + dor)
amaxo carro amaxofobia (carro + aversão)
andro homem andróide
antropo homem antropologia
arcaio/ arqueo antigo arqueologia
arquia governo monarquia
auto por si mesmo automóvel
biblio livro biblioteca
bio vida biologia
caco mau cacofonia

RADICAIS E PREFIXOS LATINOS

Lista de alguns dos principais radicais e prefixos de origem latina encontrados em português:

Radicais de origem latina:

Radical Sentido Exemplo
agri campo agricultor
ambi ambos, duplicidade ambíguo
arbori árvore arborizar
avi ave avicultura
beli guerra beligerante
bi, bis duas vezes bípede, bisavô
calor (i) calor calorimetria
capit (i) cabeça decapitar

ADJETIVO E LOCUÇÕES ADJETIVAS

Adjetivo

Adjetivo é a palavra variável em gênero, número e grau que caracteriza o substantivo, indicando-lhe qualidade, estado, modo de ser ou aspecto.

Ex.: neve branca; cidade moderna.

Classificam-se em:

- Simples: quando apresentam um único radical.
Ex.: comida saborosa.

- Composto: quando apresentam mais de um radical.
Ex.: programa sociocultural.

- Primitivo: quando não provém de outra palavra da língua portuguesa.
Ex.: inimigo leal.

- Derivados: quando provém de outra palavra da língua portuguesa.
Ex.: calça esverdeada.


Locuções Adjetivas

Locução adjetiva é a expressão formada de preposição + substantivo (ou advérbio), com valor de adjetivo.

Noite de chuva (chuvosa)

Atitudes de anjo (angelical)

Pneu de trás (traseiro)

Menina do Brasil (brasileira)

Lista de locuções adjetivas acompanhadas dos adjetivos correspondentes:


Locução adjetiva Adjetivo correspondente
De abdômen abdominal
De abelha apícola
De abutre vulturino
De alma anímico
De aluno discente
De anjo angelical
De asno asinino
De boca Bucal, oral
De boi bovino
De cabelo capilar
De campo rural
De cavalo eqüino
De chuva pluvial
De cidade urbano
De estômago estomacal
De leão leonino
De ovelha ovino
De paixão passional
De rim renal


Gramática - Brasil Escola

OBJETO DIRETO E OBJETO INDIRETO

O objeto direto e o indireto são termos integrantes da oração que completam o sentido dos verbos transitivos.

Objeto direto
- vem sempre associado a um verbo transitivo;
- liga-se ao verbo sem preposição, exigida por este;
- indica o paciente, o alvo ou o elemento sobre o qual recai a ação verbal.

Ex.: Maria vendia doces.
sujeito v.trans. direto obj.direto
As crianças esperavam os pais.
sujeito v. trans.direto obj.direto

NUMERAIS

Numeral é a palavra que quantifica entes ou conceitos ou indica a posição que ocupam numa determinada ordem.
Quando apenas nomeia o número de entes, o numeral é chamado de cardinal:
um dois três cinqüenta cem cem mil

Quando indica a ordem que o ente ocupa numa série, o numeral é denominado ordinal:
primeiro segundo terceiro
qüinquagésimo centésimo milésimo

Os numerais multiplicativos exprimem aumentos proporcionais de quantidade, indicando números que são múltiplos de outros:
dobro triplo quádruplo

PREPOSIÇÃO

Preposição é a classe de palavras que liga palavras entre si; é invariável; estabelece relação de vários sentidos entre as palavras que liga.

Sintaticamente, as preposições não exercem propriamente uma função: são consideradas conectivos, ou seja, elementos de ligação entre termos oracionais. As preposições podem introduzir:

• Complementos verbais: Obedeço “aos meus pais”.
• Complementos nominais: continuo obediente “aos meus pais”.
• Locuções adjetivas: É uma pessoa “de caráter”.
• Locuções adverbiais: Naquele momento agi “com cuidado”.
• Orações reduzidas: “Ao chegar”, foi abordado por dois ladrões.

As preposições podem ser de dois tipos:

ORTOÉPIA E PROSÓDIA

A ortoépia trata da pronúncia correta das palavras. Quando as palavras são pronunciadas incorretamente, comete-se cacoépia.
É comum encontrarmos erros de ortoépia na linguagem popular, mais descuidada e com tendência natural para a simplificação.

Podemos citar como erros de ortoépia:

- “guspe” em vez de cuspe.
- “adevogado” em vez de advogado.
- “estrupo” em vez de estupro.
- “cardeneta” em vez de caderneta.
- “peneu” em vez de pneu.
- “abóbra” em vez de abóbora.
- “prostrar” em vez de prostar.

SENTIDO LITERAL E SENTIDO FIGURADO

Sentido literal é aquele que pode ser tomado como o sentido “básico, usual” da palavra ou expressão, esse pode ser compreendido sem ajuda do contexto.
Quando uma palavra ou enunciado se apresenta em seu sentido usual, adquire valor denotativo.

Sentido figurado é o que as palavras ou expressões adquirem, em situações particulares de uso. A palavra tem valor conotativo quando seu significado é ampliado ou alterado no contexto em que é empregada, sugerindo idéias que vão além de seu sentido mais usual.

Gramática - Brasil Escola

Hipônimos e Hiperônimos

Hiperônimo é uma palavra que apresenta um significado mais abrangente do que o do seu hipônimo.

É o que acontece com as palavras doença e gripe – doença é hiperônimo de gripe porque em seu significado contém o significado de gripe e o significado de mais uma série de palavras como dengue, malária, câncer. Então se conclui que gripe é hipônimo de doença.

A relação existente entre hiperônimo e hipônimo é fundamental para a coesão textual.

PROCESSOS DE DERIVAÇÃO

Na Língua Portuguesa, além dos processos de formação de palavras pelo acréscimo de prefixos e sufixos, existem outras formas de derivação.

Derivação parassintética

Ocorre quando se acrescenta ao mesmo tempo, um prefixo e um sufixo à palavra primitiva. É a simultaneidade da afixação que constitui a parassíntese.
Assim, na palavra infelizmente não ocorre parassíntese, pois o prefixo in- e o sufixo –mente são acrescentados ao radical em momentos diferentes. Já na palavra enraivecer ocorre parassíntese, pois o fato de não existirem os termos enraiva ou raivecer indica que a junção dos afixos ocorreu simultaneamente.

Derivação regressiva

Ocorre a derivação regressiva quando se reduz a palavra primitiva. É esse processo que produz os substantivos deverbais, que são substantivos derivados a partir de verbos, pela eliminação da desinência verbal e acréscimo das vogais temáticas nominais –a, -o ou –e ao radical verbal.
É o que ocorre nas palavras: abalo (de abalar), troca (de trocar), busca (de buscar), choro (de chorar), combate (de combater).

Derivação imprópria

Ocorre quando a palavra primitiva muda de classe gramatical, não sofrendo alteração em sua estrutura.
Ex: Não admito um não vindo de você! (advérbio torna-se substantivo)
O movimentar de suas mãos denunciava-o. (verbo torna-se substantivo)

Por Marina Cabral
Especialista em Língua Portuguesa e Literatura
Equipe Brasil Escola

Gramática - Brasil Escola

GERÚNDIO

O gerúndio é uma forma verbal que indica uma ação que está em andamento, algo que não está completo. Essa forma verbal sempre é formada pela partícula –ndo unida ao verbo. Exemplos: Eu vou estar confirmando os dados. Você está sendo redirecionado.

O gerúndio pode ser utilizado com outros verbos ou sozinho, quando adquire a função de advérbio:
Ex: Fazendo assim, vai ser fácil. (Gerúndio com função de advérbio).

Por que / Por quê / Porque ou Porquê?

O uso dos PORQUÊS sempre confunde a maioria das pessoas, gerando equívocos ortográficos e insegurança por parte dos redatores.

Isto PORQUE há quatro maneiras de escrevê-los, dependendo do caso, onde será aplicado.

Trata-se de palavras "homônimas", ou seja, aquelas que possuem a mesma grafia, ou a mesma pronúncia.

Você poderia perguntar ... PORQUE tantas formas de grafar?

A resposta é simples: PORQUE o uso do PORQUÊ depende do que exatamente você quer dizer com o seu PORQUÊ.

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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