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domingo, 21 de outubro de 2007

PRONOMES DEMONSTRATIVOS

Aqui selecionei três textos, relativos aos pronomes demonstrativos.

A intenção é revisitá-los, para a organização das informações em único elemento, com a adição do material relativo ao curso de português jurídico, ministrado na Faculdade de Direito pelo professor Eduardo Gasques.

De toda forma, torno-os desde já disponíveis.

Os pronomes demonstrativos demonstram a posição de um elemento qualquer em relação às pessoas do discurso, situando-os no espaço, no tempo ou no próprio discurso.
Eles se apresentam em formas variáveis (gênero e número) e não-variáveis.


Pronomes Demonstrativos

Primeira pessoa Este, estes, esta, estas, isto
Segunda pessoa Esse, esses, essa, essas, isso
Terceira pessoa Aquele, aqueles, aquela, aquelas, aquilo

- As formas de primeira pessoa indicam proximidade de quem fala ou escreve:

Este senhor ao meu lado é o meu avô.

Os demonstrativos de primeira pessoa podem indicar também o tempo presente em relação a quem fala ou escreve.

Nestas últimas horas tenho me sentido mais cansado que nunca.

- as formas de segunda pessoa indicam proximidade da pessoa a quem se fala ou escreve:

Essa foto que tens na mão é antiga?

- os pronomes de terceira pessoa marcam posição próxima da pessoa de quem se fala ou posição distante dos dois interlocutores.

Aquela foto que ele tem na mão é antiga. |


Uso do pronome demonstrativo

Os pronomes demonstrativos, além de marcar posição no espaço, marcam posição no tempo.

- Este (e flexões) marca um tempo atual ao ato da fala.

Neste instante minha irmã está trabalhando.

- Esse (e flexões) marca um tempo anterior relativamente próximo ao ato da fala.

No mês passado fui promovida no trabalho. Nesse mesmo mês comprei meu apartamento.

- Aquele (e flexões) marca um tempo remotamente anterior ao ato da fala.

Meu avô nasceu na década de 1930. Naquela época podia-se caminhar à noite em segurança.

Os pronomes demonstrativos servem para fazer referência ao que já foi dito e ao que se vai dizer, no interior do discurso.

- Este (e flexões) faz referência àquilo que vai ser dito posteriormente.

Espero sinceramente isto: que seja muito feliz.

- Esse (e flexões) faz referência àquilo que já fio dito no discurso.

Que seja muito feliz: é isso que espero.

- Este em oposição a aquele quando se quer fazer referência a elementos já mencionados, este se refere ao mais próximo, aquele, ao mais distante.

Romance e Suspense são gêneros que me agradam, este me deixa ansioso, aquele, sensível.

- O (a, os, as) são pronomes demonstrativos quando se referem a aquele (s), aquela (s), aquilo, isso.

Recuso o que eles falam. (aquilo)

- Mesmo e próprio, pronomes demonstrativos, designam um termo igual a outro que já ocorreu no discurso.

As reclamações ao síndico não se alteram: são sempre as mesmas.

*são usados como reforço dos pronomes pessoais.

Ele mesmo passou a roupa.

*como pronomes, concordam com o nome a que se referem.

Ela própria veio à reunião.
Eles próprios vieram à reunião.





Dicas de gramática

Saiba como não cair nas armadilhas dos pronomes demonstrativos



DÍLSON CATARINO *
especial para o Fovest Online
* DÍLSON CATARINO é professor de língua portuguesa e poeta. Ele leciona em Londrina (PR)

Os pronomes demonstrativos estão sempre presentes aos textos de todos os níveis socioeconômicos e também às nossas conversas cotidianas. Os brasileiros usamo-los (lembram-se da coluna passada?: usamo-los) sem o mínimo critério. Onde se empregou "esse" ontem, emprega-se "este" hoje e, amanhã, sabe lá qual dos dois será usado.

Os pronomes demonstrativos, na Língua Portuguesa, são os seguintes: este, esta, isto, esse, essa, isso, aquele, aquela, aquilo, o, a, os, as, tal, tais. Estudemo-los todos (A coluna da semana passada de novo: estudemo-los).


1) Este, esta, isto; esse, essa, isso; aquele, aquela, aquilo.

Para maior clareza no estudo dos pronomes citados, construiremos uma tabela e, depois, explicá-la-emos:

Pronomes Espaço (lugar) Tempo Citações
Este, esta, isto Aqui Presente Apresentam um elemento
Esse, essa, isso Aí Passado recente ou futuro Retomam um elemento
Aquele, aquela, aquilo Ali, lá, acolá Passado remoto -o-


Em relação ao espaço (lugar), usamos este, esta, isto para representar qualquer elemento que esteja próximo da pessoa que fala; esse, essa, isso, para elemento que esteja próximo da pessoa com quem se fala; aquele, aquela, aquilo, para elemento distante de ambos. Por exemplo:

"Comprei esta jaqueta que estou usando daquele camelô que vai lá adiante. Onde você comprou essa sua?"

"Dê-me essa caneta, que é minha, e não sua."

"Que cara é essa, Juvestônio?"

Em relação ao tempo, usamos este, esta, isto para representar o tempo presente; esse, essa, isso, para o passado recente ou para o futuro; aquele, aquela, aquilo, para o passado remoto. O grande problema é distinguir o passado recente do remoto, pois duas pessoas podem ter interpretações diferentes para a mesma frase.

Quando o verbo estiver conjugado no pretérito imperfeito do indicativo (cantava, vendia, partia), usa-se aquele, aquela, aquilo; com o pretérito perfeito do indicativo (cantei, vendi, parti) é uma questão de estilo: o que julgar que é passado recente usará esse, essa, isso e o que julgar que é passado distante usará aquele, aquela, aquilo. Por exemplo:

"Este ano é o ano das mudanças!"

"Nesse domingo, irei a Águas de Santa Bárbara."

"Essas olimpíadas foram horríveis para os atletas brasileiros."

"Em 1922 aconteceu a Semana de Arte Moderna; naquela época, havia muitos poetas eminentes."
("Naquela época", pois observe o verbo no pretérito imperfeito do indicativo – havia)

"Em 1984 casei-me; esse foi um dos melhores anos de minha vida."
("esse", pois para mim, apesar de fazer 16 anos, é passado recente; para outra pessoa poderia ser distante)

Em relação a citações orais ou escritas, usamos esse, essa, isso para retomar um elemento ou uma frase anterior. Por exemplo:

"O fumo é prejudicial à saúde; isso já foi comprovado cientificamente"

"Astolfeno Barbosento é candidato a prefeito de Castanheira Verde do Sudoeste; esse homem é muito truculento".

Usamos este, esta, isto para apresentar um elemento ou uma frase que será escrita ou falada. Por exemplo:

"Preste atenção a estas palavras: O fumo é prejudicial à saúde"

"Pode ser citado como exemplo comprobatório este fato: o policial não estava armado".

Se o pronome demonstrativo estiver retomando o substantivo imediatamente anterior, deveremos usar este, esta, isto. Por exemplo:

"O fumo é prejudicial à saúde; esta deve ser preservada".

Perceba que o pronome "esta" está retomando o substantivo "saúde", que está imediatamente anterior a ele. Outro exemplo:

"Meu filho, não se envolva com os funcionários da empresa em que trabalha o nosso vizinho; aliás, nem com este você deve envolver-se".


2) Enumeração de dois elementos:

Quando houver a enumeração de dois elementos e, à frente, quiser retomá-los, deve-se substituir o primeiro por aquele, aquela, aquilo e o último por este, esta, isto. Por exemplo:

"Ao me encontrar com Florisberto perguntei por Abiduílson, apesar de saber que este jamais conversa com aquele."
(este = Abiduílson; aquele = Florisberto)

"Machado de Assis e Carlos Drummond de Andrade são dois dos maiores nomes da literatura brasileira. Este é conhecido por suas poesias; aquele, por seus brilhantes romances."
(este = Carlos Drummond de Andrade; aquele = Machado de Assis)


3) O, a, os, as:

Esses elementos serão pronomes demonstrativos quando estiverem substituindo outros pronomes demonstrativos, como aquele, aquela e aquilo. Por exemplo:

"Não entendi o que você disse."

Perceba que a palavra "o" pode ser substituída por "aquilo".

"Os pássaros daqui não são como os de lá."

A palavra "os" pode ser substituída por "aqueles".

"Fui desleal com você porque você já o foi comigo."

A palavra "o" pode ser substituída por "isso".


4) Tal, tais:

Esses elementos serão pronomes demonstrativos quando estiverem substituindo outros pronomes demonstrativos, como aquele, aquela e aquilo. Por exemplo:

"Explique como tal pessoa conseguiu adentrar a nossa festa."

A palavra "tal" pode ser substituída por "essa" ou "aquela".

"Cada macaco em seu galho. Tal frase pode ser interpretada de diversas maneiras diferentes."

A palavra "tal" pode ser substituída por "essa".


Este, Esse ou Aquele

M. T. Piacentini


Este, Esse ou Aquele

Em português existem três pronomes demonstrativos com suas formas variáveis em gênero e número e invariáveis [isto, isso, aquilo]. Eles assinalam a posição do objeto designado relativamente às pessoas do discurso (falante/ouvinte) e ao assunto do discurso (o ser de que se fala). Há uma estreita relação entre os pronomes pessoais, os possessivos e os demonstrativos:

1ª pessoa - meu - este, esta, isto
2ª pessoa - teu - esse, essa, isso
3ª pessoa - seu - aquele, aquela, aquilo
Apesar de existirem regras para os pronomes demonstrativos, não se constata muita rigidez no seu uso, principalmente na fala – quando se observa uma assimilação do t pelo s (parece que tudo é isso, essa, esse) – e sobretudo no tocante ao seu emprego para lembrar ao leitor ou ouvinte o que já foi mencionado ou se vai mencionar. Vejamos então um esquema de bom emprego dos pronomes demonstrativos:

Em relação ao lugar:

o lugar onde estou: este
o lugar onde você está: esse
o lugar distante do falante e do ouvinte: aquele
Há neste ponto uma natural correlação com os advérbios de lugar: isto aqui – isso aí - aquilo ali / lá [jamais de diz * aquilo aqui; pode-se até ouvir *isso aqui, mas por causa da assimilação da letra t , já mencionada].

Exemplos corretos:

Neste capítulo [o capítulo que V. está descrevendo] apresentamos os objetivos.
Veja (aqui) esta borboleta, que linda!
Que país é este ? perguntam-se os brasileiros. [referindo-se ao Brasil e no Brasil]
Pegue aqui: relacione todos os nomes citados neste livrete.
Em atenção a pedido dessa instituição, estamos remetendo a V. Sa. o boletim ECO.
Traga-me esses livros que estão com você.
Logo que puder, despacharei os pacotes para essa cidade.
Emprego em relação ao tempo:

tempo presente: este
passado ou futuro próximo: esse
passado distante: aquele
Exemplos:

Neste ano [trata-se de 2000] pouco se fez em favor dos sem-teto.
Não há ocorrência de acidentes nesta data. [hoje]
O avião a jato, a televisão e o computador são as maiores invenções deste século.
Nestes últimos vinte anos a mulher tem ocupado mais espaços.
A década de 20 marcou a conquista do voto pela mulher. Nesses dez anos ela travou grandes lutas pela liberdade.
Marina vai estar na cidade por esses dias...
Quando éramos crianças brincávamos mais, pois naquela época não havia pré-escola, nem aulas de natação, de balé, de inglês... Bons tempos aqueles! - diz vovó, nostálgica.
Emprego em relação ao discurso:

o que vai ser mencionado: este
É isto que eu digo sempre: cultura é fundamental. [o pronome está antes dos dois-pontos]
Nosso vizinho vive repetindo este provérbio: "Casa de ferreiro, espeto de pau".
o que se mencionou antes: esse
- A segunda parte do trabalho dispõe sobre a marginalidade social. É nesse capítulo / nessa parte / nesse ponto que se discutem os desvios verificados nas instituições pesquisadas.
- É possível comer manga e tomar leite junto? Melancia com vinho faz mal? Disso tratam os autores no final do artigo.
Emprego dos pronomes demonstrativos em relação ao discurso:

entre dois ou três fatos citados:

o primeiro que foi citado: aquele

o do meio: esse

o último citado: este

Exemplos:

Houve uma guerra no mar entre corsários de França e Inglaterra: estes [desnecessário dizer que são os corsários ingleses] venceram aqueles.

Música de câmara e ópera são as suas preferidas: esta, porque mexe com seus sentimentos; aquela, pelos efeitos relaxantes.



Uma questão de clareza - É bastante comum o uso de este/esta no lugar do pronome pessoal ele/ela como referência à coisa mais presente, mais à mão, mais próxima (embora já apresentada), quando na oração anterior aparecem outros substantivos que poderiam ser referidos pelo mesmo pronome pessoal, o que poderia confundir o leitor. Exemplos:

Quando o rei D. João V faleceu e D. José ocupou o trono, este recorreu a Sebastião José para ser Ministro da Guerra e dos Negócios Estrangeiros.

Dois antecedentes masculinos. Com ‘ele’ no lugar de ‘este’, à primeira vista poderíamos pensar ter D. João V, e não D. José, nomeado Sebastião José (o Marquês de Pombal) ministro.

Macpherson dirige sua crítica a Rawls quando este admite serem os princípios éticos da justiça econômica capazes de regular o mercado.

Pelo demonstrativo, fica claro que Rawls é o sujeito de ‘admite’, não Macpherson.

Há necessidade de romper com o conhecimento do passado e, em conseqüência dessa ruptura, torna-se inevitável a retificação da linguagem para que esta se torne adequada à nova ciência.

O pronome ‘ela’ no lugar de ‘esta’ não nos permitiria saber se o autor estava fazendo referência a ‘linguagem’, ‘retificação’ ou ‘ruptura’.

Quando os substantivos antecedentes pertencerem a número e gênero diversos ou quando não houver ambigüidade na frase, é melhor, mais adequado e correto usar o pronome pessoal ele(s) ou ela(s) em vez do demonstrativo:

Bachelard, no que se refere à necessidade de superação de obstáculos, alerta que eles não têm origem externa ao ato de conhecer. [e não ‘estes’]

Essa concepção de ensino não constitui novidade, a ponto de certos autores aludirem a ela como um aforismo. [desnecessário dizer ‘esta’]

O metal, aquecendo-se progressivamente com o aumento da corrente, deve derreter quando ela ultrapassar 10% de um valor prescrito.

Mais um detalhe: ao se referirem a elemento anterior mais próximo, os pronomes este(s) / esta(s) são encontrados também em combinação com o termo ‘último’:

Preocupa-se o autor com a escrita como processo, e não como literatura ou como texto a ser lingüisticamente analisado. Aliás, neste último caso não se leva em consideração o tipo de processo..."

Cabe mencionar ainda que no Brasil as editoras, principalmente, não estão sendo demasiadamente rigorosas com o uso dos demonstrativos (a não ser na questão de lugar e tempo), porque no aspecto de ‘localização do discurso’ muitas vezes a distinção entre o que é ‘mencionado anteriormente’ e o que é ‘lugar/tempo’ é pouco perceptível. Por exemplo, num texto em que vários artigos de lei estão sendo citados, o autor pode preferir dizer este artigo ao se referir a um já citado (quando então usaria esse artigo) porque ele está justamente tratando "deste último", do mais próximo (lugar), do que está presente naquele momento (tempo).

Também no caso de uma tese em que se fala de uma empresa ou pessoas pesquisadas, pode-se escrever "esta empresa" ou "estas alunas" mesmo tendo sido elas mencionadas antes - no parágrafo anterior, digamos -, desde que se pense nelas como "as alunas tratadas aqui, nesta pesquisa", ou "a empresa de que se fala neste trabalho, aqui e agora". São casos em que a escolha depende do ponto de vista de quem escreve.











fonte:
Gramática - Brasil Escola
http://www1.folha.uol.com.br/folha/fovest/pdemonstrativo.shtml
http://kplus.cosmo.com.br/materia.asp?co=28&rv=Gramatica
Maria Tereza de Queiroz Piacentini é catarinense, professora de Inglês e Português, revisora de textos e redatora de correspondência oficial há mais de vinte anos. Em 1989 foi responsável pela revisão gramatical da Constituição do Estado de Santa Catarina e no ano seguinte publicou artigos sobre questões vernáculas em diversos jornais. Retoma agora a publicação de colunas semanais com temas atualizados, em vista da experiência adquirida e das inúmeras consultas que lhe têm feito pessoas de todo o País depois que lançou o livro Só Vírgula - Método fácil em 20 lições (UFSCar, 1996, 164p.). Também teve publicados, em 1986, dez módulos da Instituição Técnica Programada - ITP, Português para Redação, edição esgotada.
Hompege: www.linguabrasil.com.br

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

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Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

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