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sexta-feira, 21 de setembro de 2012

AO EMPÓS, EMPÓS DE

como se escreve, significado
É pelos olhos que entra em nós a maior parte das alegrias e tristezas. Os meus, ainda que bastante usados, enxergam bem, e mesmo, em certas circunstâncias, demais.
São, é natural, sujeitos a muitas ilusões; de muitas já fui ao empós, e eram miragens que me levaram ao meio de um deserto onde me alimentei de gafanhotos e lágrimas, tomando sopa de vento, comendo...

FIGURAS DE LINGUAGEM. SILEPSE

Silepse é figura de linguagem por omissão e significa concepção.
Consiste no emprego de certas palavras que concordam com o pensamento e não são regidas pelas regras gramaticais. É a omissão da palavra com que se faz a concordância da oração, dando assim a impressão de discordância.
Subdivide-se em:
silepse de gênero (as palavras não concordam em gênero);
silepse de número (as palavras não concordam em número) e
silepse de pessoa (as palavras não concordam quanto à pessoa).
Exemplos:
Silepse de gênero:
Admitindo a idéia de que eu fosse capaz de semelhante vilania, S.M. foi cruelmente injusto para comigo (Alexandre Herculano, Castas, II)
Vossa Excelência é cuidadoso.
Silepse de número:

FIGURAS DE LINGUAGEM. ZEUGMA

Zeugma é uma figura de linguagem por omissão, pela qual uma palavra, geralmente verbo, expressa em determinada parte do período, é subentendida em outra(s) posterior(es) ou anterior(es) àquela (ver elipse).
Exemplos:
Vieira vivia para fora, para cidade, para a corte, para o mundo; Bernardes, para a cela, para si, para o seu coração (Antonio Feliciano de Castilho, Apud Álvaro Luís e

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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