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quinta-feira, 20 de junho de 2013

GRAMÁTICA E QUESTÕES VERNÁCULAS: FIGURAS DE LINGUAGEM. FIGURAS DE REALCE. JOGUETES ...

GRAMÁTICA E QUESTÕES VERNÁCULAS: FIGURAS DE LINGUAGEM. FIGURAS DE REALCE. JOGUETES ...: Antanáclese, paranomásia, paronomásia, calembur, calemburgo (do francês, calembourg) ou trocadilho é a figura de linguagem em que a mesma p...

FIGURAS DE LINGUAGEM. FIGURAS DE REALCE. JOGUETES DE PALAVRAS, CALEMBUR E ANTANÁCLESE, PARANOMÁSIA OU TROCADILHO

Antanáclese, paranomásia, paronomásia, calembur, calemburgo (do francês, calembourg) ou trocadilho
Antanáclese, paranomásia, paronomásia, calembur, calemburgo (do francês, calembourg) ou trocadilho é a figura de linguagem em que a mesma palavra, ou palavra de som mais ou menos parecido, é repetida, no plano do significante, sendo ela usada com significados diferentes. Ou seja, uma mesma palavra (ou palavras semelhantes) é utilizada em frase ou...

FIGURAS DE LINGUAGEM. FIGURAS DE REALCE. ONOMATOPÉIA

figuras de linguagem: onomatopéia
Onomatopéia é a combinação de sons que procura evocar o objeto a que se refere. O som é reproduzido por um fonema ou palavra, de maneira que é criada a representação gráfica desse som. É, pois, um dos processos morfológicos de criação de novas palavras.
São exemplos de onomatopéia zás, pimba, tic-tac, miau, piu-piu, pum, pimba, atchim!, bang, nhac!, tchibum.
Há muitas palavras que...

FIGURAS DE LINGUAGEM. FIGURAS DE SOM. ALITERAÇÃO.

Aliteração é a repetição ordenada de sons consonantais idênticos ou semelhantes, em um verso ou em uma frase. Recurso muito utilizado na música e na poesia, não está restrito, apenas, a tais artes, pois pode ser também empregada em prosa, pois pode, se bem utilizada, valorizar um texto.


Exemplos: 
O rato roeu a roupa do rei de Roma e a rainha de raiva roeu o resto. (r)

Vovó viu a uva. (v)

Vozes veladas,

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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