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sexta-feira, 31 de julho de 2015

"HAVIA MUITAS PESSOAS" OU "HAVIAM MUITAS PESSOAS": O verbo haver. Diferença, exemplos.

O verbo haver, como sinônimo de existir, suceder, fazer, é impessoal e, portanto, não tem sujeito. Utiliza-se, pois, o verbo, na terceira pessoa do singular. 
Não há vagas. 
Havia muitas pessoas naquele lugar. 
Nunca houve mulher como Aurora. 
Haveria outras opções além da escolhida? 
A regra é mantida na formação de locução com um verbo auxiliar:
Deve haver muitas pessoas naquele lugar.
Pode haver... 

terça-feira, 14 de julho de 2015

DESPENDER OU DISPENDER: SIGNIFICADO, EXEMPLOS

Entendo haver uma justa causa para a confusão entre dispender e despender, o que não justifica o uso indevido, mas apenas a dúvida. 

Isso porque despender tem sua origem no termo latino dispendere, tendo evoluído a vogal original "i" (de dis) para o atual "e" (de des). A confusão se estabelece pela relação equivocada com a palavra dispêndio, que tem origem em outro termo latino, dispendium.

Afinal, dispender não existe no nosso vocabulário e despender é...

terça-feira, 7 de julho de 2015

DESERDAR E DESERTAR: SIGNIFICADOS, DIFERENÇAS E EXEMPLOS

Para não esquecer, uma regra mnemônica facilita diferenciar as duas palavras: DESERTAR, com "t", lembra deserto e DESERDAR, com "d", refere-se à herança.
Pois bem: deserdar é o excluir alguém do direito à herança. Em sentido figurado, é o privar alguém de bens, porque concedidos a outros. 

Desertar (que lembra deserto) é o abandonar, deixar deserto. Despovoar,...

XALE OU CHALE: SIGNIFICADO, DIFERENÇAS, EXEMPLOS

Xale, com "xis" é a manta usada como adorno ou agasalho (sílaba tônica: xa). Variação: xaile.

Chale, com "ch", é...

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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