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quinta-feira, 22 de setembro de 2016

CONTRACHEQUE OU HOLERITE? OU AINDA OLERITE, HOLLERITH...

Em São Paulo recebemos o holerite; na maior parte do país, o contracheque.


          Holerite ou contracheque é o demonstrativo de pagamento de vencimentos ou salário, entregue ao empregado ou funcionário público. No documento são discriminados os créditos (salário ou vencimento, horas extras, gratificações e ajuda de custo), as deduções (previdência social, imposto de renda, faltas, planos de saúde e adiantamentos) e o...

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

“QUE SE CHAMA” OU “QUE CHAMA-SE”? O pronome relativo “que” sempre atrai o pronome “se”

Na linguagem informal, no Brasil, é predominante a próclise, ou seja, a colocação do pronome átono antes do verbo. É o caso de “se chama”, “se toma”, “se prende”, “se ama”.

Essa é nossa tendência natural, embora, para os gramáticos, próclise, ênclise e mesóclise seguem regras, que são obedecidas pelo padrão culto da norma.
Quando o verbo é precedido do pronome relativo que, a regra é – sem exceção – a próclise: “que se chama”, “que se toma”, “que se prende, “que se ama”; e não “que chama-se”, “que toma-se”, “que prende-se”, “que ama-se”: além de estranhas, estas...

domingo, 18 de setembro de 2016

"COMPARAR COM" OU "COMPARAR A"? DIFERENÇA, EXEMPLOS, CRASE, OBSERVAÇÕES

O verbo comparar admite ambas preposições: a e com., para introduzir o objeto indireto.

Comparo alguém a alguém, com o sentido de equiparar:
Nada se compara a viver em paz com a consciência.

Comparo alguém alguém ou com alguém, ou alguma coisa a ou com outra coisa, com o sentido de equivaler-se:
Se compararmos a idade do planeta Terra, avaliada em quatro e meio bilhões de anos (4,5 x10*9 anos), com a de uma pessoa de 45 anos, então, quando começaram a florescer os primeiros ...

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

"NÃO O CONHEÇO" OU "NÃO LHE CONHEÇO"? QUANDO USAR O PRONOME "LHE”. Exemplos e exercícios

Questão muito cobrada em provas de concursos e vestibulares, o uso do “lhe” causa dúvidas e embaraços.

QUESTÃO DE CONCURSO. Verbos transitivos diretos, indiretos, intransitivos e bitransitivosO "lhe" é usado para se referir a pessoas (masculino ou feminino) como objeto indireto, com verbos que exigem a preposição "a”, "em" ou “para”.

Os pronomes “o”, “a”, “os”, “as” são usados como objetos diretos; portanto, com verbos transitivos diretos.

Para “sentir” a diferença, analise o verbo entregar: eu entrego alguma coisa “a” alguém. Se assim é, digo “entreguei-lhe a credencial”, “entreguei-lhe o presente”.

São verbos transitivos indiretos dizer, simpatizar e antipatizar, entregar, consistir, obedecer,...

terça-feira, 6 de setembro de 2016

BUFFET, BUFÊ OU BIFÊ? SIGNIFICADO, DIFERENÇAS, CURIOSIDADES

Mais um estrangeirismo, adaptado ao português.

 Escreve-se bufê e a palavra, tem origem no francês buffet.

Bufê é o móvel - mesa ou aparador -, instalado em salas de jantar, restaurantes ou áreas de reuniões, em  que o tampo serve de apoio para que os presentes se sirvam das refeições. 

Também é chamado bufê o serviço contratado para oferecer, em festas e...

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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