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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

SEPARAÇÃO DE SÍLABAS: SU-BLI-NHAR OU SUB-LI-NHAR?

SEPARAÇÃO DE SÍLABAS: SU-BLI-NHAR  OU SUB-LI-NHAR?SU-BLI-NHAR
SUB-LI-NHAR

Sublinhar é uma palavra formada pelo prefixo "sub", acrescida do termo "linhar". 

Quando um prefixo entra na composição de uma palavra e o termo seguinte é iniciado por vogal, a consoante do prefixo se une à vogal, na separação silábica. É o caso, por exemplo, de su-pe-ra-bun-dan-te ou bi-sa-vô. Quando o termo seguinte é...
iniciado por consoante, como em su-per-mer-ca-do, o prefixo tem seus termos separados. 
Em virtude de pronunciarmos su-bli-nhar, existe confusão. 
Entretanto, observe-se que depois da letra "b", em sub, segue a consoante "l", o que exige a separação: sub-li-nhar. 
Assim também é a separação silábica de sublinhado, sublinhava, sublinhei.


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SUB-LA-CUS-TRE OU SU-BLA-CUS-TRE?

Pense um pouco: o que vem depois de sub: vogal ou consoante?
Se vogal, sub é dividido: SU – B+SÍLABA COMEÇADA POR VOGAL; se consoante, sub não se separa.
Veja que sublacustre é formada pelo prefixo sub mais o termo lacustre e lacustre começa com “l”, como linear, liminarmente, linhar.
Portanto, segue a regra e a separação silábica fica assim: sub-la-cus-tre. O mesmo acontece com sub-li-nhar, sub-li-ne-ar, sub-li-mi-nar-men-te, sub-le-var.

SUB-HUMANO OU SUBUMANO?


Com o acordo ortográfico, as duas formas são válidas. Subumano, porque suprimido o “h” (sub + humano), começa com vogal e separa-se su-bu-ma-no; já sub-humano separa-se sub-hu-ma-no.
Suboficial (sub + oficial) escreve-se sem hífen e, como a palavra seguinte ao prefixo começa com vogal (o), a separação se faz su-bo-fi-ci-al.

Se tiver dúvidas, escreva. Com certeza ajudará outros, que com certeza também não entenderam direito a regra. Culpa minha, eu sei. Por isso me redimo, agradeço e tento explicar melhor, sempre.

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e os mais, na coluna ao lado. Esteja à vontade para perguntar, comentar ou criticar.
Um abraço!
Thanks for the comment. Feel free to comment, ask questions or criticize. A great day and a great week! 

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches 

10 comentários:

  1. e por que sublimacao, nao se separa o bl?

    ResponderExcluir
  2. Olá, boa noite!

    Na palavra SUBLIMAÇÃO não se separa o "sub" porque ele não é prefixo, como no caso de SUBLIMAÇÃO.
    Veja que sublimar é tornar sublime.
    Diferente é o caso de SUBLINHAR, formada pelo prefixo "sub" e do radical "linhar".

    ResponderExcluir
  3. Até que Português não é magia negra. Algumas coisas fazem sentido. Só me assusto um pouco quando leio: "gramáticos chegaram a tal conclusão e concordam que...". Em Matemática: 1+1=2, em Gramática: um mais um não é três. :D

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá, Jhonata Costa, bom dia! O português faz sentido. Desde que aprendamos as regras... ou as decoremos. Obrigada pelo comentário e uma semana linda pra você. Abraços!

      Excluir
  4. Olá, gostaria de saber quando o "pois" é causal, explicativo e conclusivo. Se puder, me ajude!

    ResponderExcluir
  5. Olá, Ewandro Alfa, boa noite!

    O “pois” é causal quando inicia a oração subordinada, com o sentido de “porque”:
    Jonas corre perigo, pois dirige displicentemente e em alta velocidade.

    É conclusivo quando a oração subordinada implica na conclusão ou consequência da ideia indicada na oração principal. Tem o sentido de “logo”; “portanto”, “de maneira que”. O “pois” é posposto ao verbo:
    Dirigir pode ser perigoso; devemos, pois, guiar com atenção.

    O “pois” indica explicação ou justificativa relativa a um fato declarado na oração anterior quando anteposto ao verbo e com o sentido de “porque”:
    Diana não deve passar no concurso, pois não estudou nada.
    Basta que escreva, em qualquer dos blogs, se tiver ainda qualquer dúvida, ok? Estarei à disposição.

    ResponderExcluir
  6. Pra mim está sendo difícil entender essa regra, no caso da palavra sublacustre a separação fica su-bla-cus-tre mas nesse caso sub é prefixo certo? Já que a palavra lacustre existe. Gostaria de saber

    ResponderExcluir
  7. Olá, Kássia, boa noite!

    O exemplo que você deu é perfeito. Pense um pouco: o que vem depois de sub: vogal ou consoante?
    Se vogal, sub é dividido: SU – B+SÍLABA COMEÇADA POR VOGAL; se consoante, sub não se separa.
    Veja que sublacustre é formada pelo prefixo sub mais o termo lacustre e lacustre começa com “l”, como linear, liminarmente, linhar.
    Portanto, segue a regra e a separação silábica fica assim: sub-la-cus-tre. O mesmo acontece com sub-li-nhar, sub-li-ne-ar, sub-li-mi-nar-men-te, sub-le-var.
    Sub-humano ou subumano?
    Com o acordo ortográfico, as duas formas são válidas. Subumano, porque suprimido o “h” (sub + humano), começa com vogal e separa-se su-bu-ma-no; já sub-humano separa-se sub-hu-ma-no.
    Suboficial (sub + oficial) escreve-se sem hífen e, como a palavra seguinte ao prefixo começa com vogal (o), a separação se faz su-bo-fi-ci-al.
    Obrigada por postar, Kássia. Com certeza ajudou outros, que com certeza também não entenderam direito a regra (culpa minha, eu sei).
    Basta que escreva, em qualquer dos blogs, se tiver ainda qualquer dúvida, ok? Estarei à disposição.
    Um abraço e uma ótima noite! Clique, visite os blogs, as postagens. Esteja à vontade.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Ah sim, entendi. Estou estudando esse assunto pq as bancas de concursos adoram essas questões e usam como pegadinha. Agora já sei como separar, e diferenciar quando sub é prefixo. Muito obrigada mesmo, e parabéns pelo blog estava dando uma lida e é excelente. Abraços.

      Excluir
    2. Olá, Kássia, bom dia! Você tem razão: as bancas cobram muito essas questões e eu tento (nem sempre consigo) passar dicas de forma que seja fácil entender e memorizar. Muito obrigada pelo comentário. Se tiver alguma dúvida, escreva, ok? Um abraço e boa sorte nas próximas provas.

      Excluir

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

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