Gustave Flaubert utilizou-o em A educação sentimental, ao descrever o rio Roque:
"De longe, devido à sua pequena estatura, podia parecer ainda jovem. Mas os cabelos brancos, que rareavam, os membros débeis e, sobretudo, a extraordinária palidez do rosto,
denunciavam uma constituição arruinada. Uma energia implacável brilhava nos olhos glaucos, mais frios que olhos de vidro. Tinha os maxilares salientes e mãos de articulações nodosas."
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Maria da
Glória Perez Delgado Sanches
Membro Correspondente da ACLAC –
Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.
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