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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

PERDA OU PERCA: DIFERENÇA, SIGNIFICADO, EXEMPLOS

Parece que tanto faz, mas não é verdade. A confusão se dá porque perca e perda são palavras com grafia e pronúncia semelhantes, ou seja, são parônimas. Como são...
Parece que tanto faz, mas não é verdade. A confusão se dá porque perca e perda são palavras com grafia e pronúncia semelhantes, ou seja, são parônimas. Como são palavras diferentes, requerem uso, também, diferente.
O correto é:
"O carro deu perca total" ou "O carro de perda total"?
"Giovana reclamou a perca dos sonhos" ou "Giovana reclamou a perda dos sonhos"?
"Perca as esperanças, Juvenal" ou "Perda as esperanças, Juvenal"?
Perda é substantivo, perca, verbo (terceira pessoa do singular do presente do subjuntivo ou terceira pessoa do singular do imperativo).

Você diria "Não perda tempo" ou "Não perca tempo"? Diria que...
(clique em "mais informações" para ler mais)
"Estar à toa é uma perda de tempo" ou "uma perca de tempo"?

Qual a sacada?


Preste atenção: 

O carro deu o quê? Deu perda total e não perca total. 
Estar à toa é o quê? É uma perda de tempo.
Giovana reclamou o quê? Reclamou a perda dos sonhos.
É assim porque perda é um substantivo.
Observe que em tais frases já existe o verbo: 
O carro deu (verbo) perda (substantivo) total.
Giovana reclamou (verbo) a perda (substantivo) dos sonhos.
Estar à toa é (verbo) uma perda (substantivo) de tempo.

E o "perca", quando uso?
Perca é verbo, não é? Terceira pessoa do singular do presente do subjuntivo ou terceira pessoa do singular do imperativo.
Se é verbo, pode ser conjugado. Para tirar a dúvida, é só substituir.
Vamos tomar o exemplo do Juvenal: "Perca as esperanças, Juvenal!"
Podemos substituir Juvenal por "Emília e José" ou "vocês dois". Como ficaria?
"Percam as esperanças, Emília e José" e "Percam as esperanças, vocês dois".
Ficou fácil, agora?
Um abração!

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Maria da Glória Perez Delgado Sanches

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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

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