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domingo, 29 de julho de 2012

EMIGRAR OU IMIGRAR

Como se fala: imigrar ou emigrar?
Os verbos emigrar e imigrar, assim como migrar, os substantivos migração, emigração ou imigração e os adjetivos migrante, emigrante e imigrante são utilizados para a mudança de país ou de região, dentro...
de um país.
A diferença está em que emigrar liga-se à saída do país ou região e imigrar, à entrada.
Assim, migrante é aquele que muda de uma região para outra; imigrante, o que ingressa em uma região ou país, vindo de outra região ou país e emigrante, aquele que sai de uma região ou país, com destino a outra região ou país.
A saída pode ser definitiva ou temporária, não importando a natureza da fixação.
A diferença entre emigrar e imigrar está no prefixo "e" - ou ex - de emigrar, do latim, que significa movimento para fora, enquanto imigrar contém o prefixo "i" - do latim, i ou in - que indica movimento para dentro.

Como exemplos podem ser citados:
O inicio da imigração no Brasil data de 1530, com a vinda de portugueses, para dar início ao plantio de cana-de-açúcar.
A imigração intensificou-se a partir de 1818, com a chegada dos primeiros imigrantes não-portugueses, em função do desenvolvimento das plantações de café.
Os primeiros imigrante suíços chegaram ao Brasil em 1819 e se instalaram em Nova Friburgo, no Rio de Janeiro.
No Brasil, o principal movimento de emigração ocorreu nas décadas de 1960 a 1980. Milhões de brasileiros abandonaram as regiões rurais, principalmente as do Norte e do Nordeste do país, para buscar uma vida melhor nos centros urbanos da região Sudeste.
Por conclusão, a diferença entre emigrar e imigrar depende do ponto de vista de quem analisa o fato: se os portugueses vieram para cá, para nós, imigraram; para Portugal, emigraram.

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Um abraço!
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Maria da Gloria Perez Delgado Sanches 

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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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