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terça-feira, 26 de junho de 2012

ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS

processos de formação das palavras: desinência, composição, hibridismo
RADICAL
É a parte invariável da palavra. O radical irmana e dá a base comum da significação. Chamamos cognatos aos termos que apresentam o mesmo radical. Como exemplo, temos guerra, guerrilha, guerreiro, guerrilheiro, etc.

DESINÊNCIA:
a) nos nomes (substantivos e adjetivos) e em certos pronomes, indica o gênero (masculino ou feminino) e o número (singular ou...
plural).
b) nos verbos, a desinência número-pessoal indica o número (singular o plural) e a pessoa (1ª, 2ª ou 3ª); e a desinência modo-temporal indica o modo e o tempo.


PROCESSOS DE FORMAÇÃO DAS PALAVRAS


As palavras portuguesas são formadas por, basicamente, dois processos:
1. Derivação: forma-se uma palavra a partir de outra, em geral, mediante acréscimo de prefixo ou sufixo, subclassificando-se em:
a) prefixal: amoral, ingerir, infeliz, compor, repor, desgosto.
b) sufixal: rendoso, cafeeiro, estacionamento, dormitório.
c) parassintética: anoitecer, amanhecer, enlouquecer, arrasar. Convém notar que, na parassíntese, acontecem prefixo e sufixo ao mesmo tempo. Palavras como desonestidade e infelicidade não são formadas por parassíntese, mas por prefixação e sufixação.

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d) regressiva: consiste na substituição de terminações verbais pelos elementos: a, e, o, para formar substantivos. Exemplos: lutar: (a) luta; voltar: (a) volta; chocar (e) choque; combater: (e) combate; cortar: (e) corte; gritar: (o) grito; açoitar: (e) açoite; vender: (a) venda; pular: (o) pulo, etc.

e) imprópria: consiste na mudança de classe gramatical. Exemplos: amar (verbo): o amar (substantivo); belo (adjetivo): o belo (substantivo); não (advérbio): o não (substantivo); monstro (substantivo): guerra monstro (adjetivo); Rui Barbosa (substantivo próprio): Ela é um rui barbosa (substantivo comum); acordam (verbo): o acórdão (substantivo); céus (substantivo): céus! (interjeição).

2. Composição: forma-se uma palavra a partir da união de radicais, subclassificando-se em:
a) justaposição: os radicais mantêm sua identidade prosódica e fonética. Exemplos: quebra-cabeça, passatempo, varapau, pontapé, pé-de-moleque, mula-sem-cabeça.
b) aglutinação: ocorre alteração fonética em pelo menos um dos radicais, que acabam subordinando-se a um mesmo acento tônico. Exemplos: fidalgo (filho de algo); aguardente (água ardente); boquiaberto (boca aberta); pernalta (perna alta); pontiagudo (ponta aguda).

Além dos dois processos mencionados, há outros três, quase subcasos dos já citados. São os seguintes:

1. Hibridismo: consiste na formação de uma nova palavra a partir de elementos de línguas diferentes. Exemplos: sociologia (sócio: latim; logia: grego); alcoômetro (álcool: árabe; metro: grego); televisão (tele: grego; visão: latim); abreugrafis (Agreu: português; grafis: grego); burocracia (buro: francês; cracia: grego), etc.

2. Onomatopéia: representação de sons ou ruídos. Exemplos: tique-taque, pingue-pongue, plic-plic, zunzun, etc.

3. Abreviação: consiste no emprego parcial da palavra sem prejuízo semântico do vocábulo. Exemplos: táxi (por taxímetro); extra (por extraordinário); auto (por automóvel); ônibus (por auto-ônibus), etc.

Nota: como recurso de leveza na expressão, a abreviação é muito utilizada na linguagem popular, destacando-se expressões como estas:
"Aquela é minha ex" (por ex-namorada);
"Este é o nosso vice" (por vice-governador);
"Fomos a Guará" (por Guaratinguetá);
"Vamos a Pira" (por Piracicaba);
"Chegamos de Caraguá" (por Caraguatatuba)."

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e os mais, na coluna ao lado. Esteja à vontade para perguntar, comentar ou criticar.
Um abraço!
Thanks for the comment. Feel free to comment, ask questions or criticize. A great day and a great week! 

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches 

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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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QUEM SOU EU

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

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