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domingo, 14 de julho de 2013

"A NÍVEL DE: "QUE NÍVEL? SIGNIFICADO, DIFERENÇAS, EXEMPLOS

Uma das expressões mais criticadas pelos professores de redação é "a nível de"Com razão. Certas expressões, utilizadas pelos apresentadores de telejornais, caem no gosto do povo, que a reproduz como se fizesse parte da norma culta.
Pense bem: o que é "nível"?
Existe o (clique em "mais informações" para ler mais)
nível de água de uma represa ou de um rio e o "ensino de nível médio". Em casos não específicos, evite "a nível de", pois além de incorreta é fortemente rechaçada por quem bem conhece a língua, sejam professores, sejam aqueles que leem seus textos.
Assim, é inapropriado o uso em:
O ministro falou na televisão: “A nível de governo, não há previsão de reajuste dos preços dos derivados de petróleo”. Seria preferível dizer: o governo não vai aumentar o preço dos combustíveis.
O comentarista esportivo proclamou: “A nível de seleção brasileira, o maior goleiro de todos os tempos, sem dúvida, foi Gilmar dos Santos Neves”. 
A forma concisa soaria mais agradável e estaria correta: o melhor goleiro da seleção foi Gilmar.
O desembargador comentou: “A nível de Tribunal, há uma defasagem de dois anos no julgamento dos processos”. 
Ele pretendeu dizer: no Tribunal, há demora de dois anos no julgamento dos processos.
Está correto, entretanto: “Cai o nível das represas, mas não vai faltar água”.
Por conclusão, não existe nível federal ou estadual em segurança pública, mas governo federal, autoridade federal; "reunião a nível de diretoria", mas "reunião da diretoria"; "é preciso melhorar o ensino a nível municipal", mas "é preciso melhorar o ensino municipal".

Seja leal. Respeite os direitos autorais. 
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Maria da Glória Perez Delgado Sanches

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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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