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quarta-feira, 14 de agosto de 2013

PERCA OU PERDA? SIGNIFICADO, DIFERENÇAS, EXEMPLOS

perda ou perca
"Minha família teve, hoje, uma grande perca": é uma construção inadequada. 
O correto seria: "Minha família teve, hoje, uma grande perda."

É comum a confusão sobre a utilização dos termos perca e perda. 
A solução, entretanto, é simples:

Perda é substantivo que designa carência,...
extravio, prejuízo, ruína.
Perca é conjugação do verbo perder. 

Portanto:
Não perca a calma!
Ele quer que eu perca o apetite.
Sua perda foi inestimável!

Se ainda existirem dúvidas, deixo uma dica: "perda" pode ser substituída por outro substantivo, como prejuízo, desperdício. 

Então:
Com o violento acidente, houve ..... total. 
Posso substituir por outro substantivo?
Sim, por "prejuízo".
Então, posso completar a frase:
Com o violento acidente, houve perda total. 

Ah! Procurar no vazio é ..... de tempo.
Posso preencher a lacuna com o substantivo "desperdício".
Portanto: "Ah! Procurar no vazio é perda de tempo."

Não ... as chaves, Pedrinho!
Há como preencher o pontilhado com um substantivo?
Não. O sentido da frase somente se completa com um verbo (suma, extravie, jogue, coma, toque).
Portanto, é o caso de "perca", e não de "perda":
"Não perca as chaves, Pedrinho!"

perca = verbo
perda = substantivo


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e os mais, na coluna ao lado. Esteja à vontade para perguntar, comentar ou criticar.
Um abraço!
Thanks for the comment. Feel free to comment, ask questions or criticize. A great day and a great week! 

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches 

2 comentários:

Esteja a vontade para comentar, criticar, elogiar ou enviar sugestões.

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.
Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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