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segunda-feira, 14 de setembro de 2015

USO DO LATIM. DESINÊNCIA OU DECLINAÇÃO

É comum o uso de expressões latinas na linguagem forense.
Recomenda-se entretanto que a prática se restrinja aos casos em que haja  a real necessidade das expressões, que normalmente podem ser substituídas por palavras do português, que tornam o texto mais claro e simples.
No latim os substantivos, adjetivos e pronomes têm declinação. Ou seja, sua desinência (ou terminação) modifica-se conforme o... (clique em "mais informações" para ler mais)

caso. Existem cinco declinações, cada uma com seis casos no singular e seis no plural: a) o nominativo indica o sujeito – Dominus est bonus (o senhor é bom); b) o genitivo corresponde ao nosso adjunto adnominal – Potestas domini (o poder do senhor) – Dominus litis (o senhor da lide); c) o dativo é o caso do objeto indireto ou do objeto direto preposicionado – Dare domini (dar ao senhor); d) o acusativo indica o objeto direto – Dominum laudare (louvar o senhor); e) o ablativo é usado como agente da passiva, complemento de tempo, lugar, modo, fim, causa, condição etc – Domino iuvante (com ajuda do senhor) – In illo tempore (naquele tempo); f) o vocativo, quando há uma invocação, apelo ou chamado – Domine, supplico te (senhor, te suplico). 
INAUDITA ALTERA PARTE OU INAUDITA ALTERA PARS
Já abordado neste blog (leia mais em "INAUDITA ALTERA PARS" OU "INAUDITA ALTERA PARTE"?), é errada a expressão inaudita altera pars, no nominativo, e pior ainda usar “inaldita”, inexistente no latim. 
Usa-se inaudita altera parte, que não se confunde com audiatur et altera pars. Esta última expressão significa “ouça-se a outra parte” (princípio do contraditório) e aqui altera pars é o sujeito da forma passiva do verbo audiatur (ouça-se). 
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Maria da Glória Perez Delgado Sanches

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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

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