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domingo, 5 de fevereiro de 2017

BERINGELA, BELINGELA, BERINJELA OU BELINJELA? VOCÊ SABE A FORMA CORRETA?

Tudo depende de onde você mora.

Na dúvida, a primeira opção de pesquisa é o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP), da Academia Brasileira de Letras (ABL): se faz parte da nossa língua, está lá. 
Entretanto, a coisa com a beringela-berinjela-belingela-beringela não é tão ...

Tudo depende de onde você mora.

Na dúvida, a primeira opção de pesquisa é o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP), da Academia Brasileira de Letras (ABL): se faz parte da nossa língua, está lá. 
Entretanto, a coisa com a beringela-berinjela-belingela-beringela não é tão simples.
Isso porque o VOLP registra apenas um verbete: berinjela, e isso é tudo quanto se precisa saber para redações, concursos e provas no Brasil. Por que "no Brasil"?

Porque em Portugal, se você escrever berinjela, vai errar. Lá escreve-se beringela com "g" - sei lá porque cargas d'água, uma vez que a palavra tem origem no árabe (com escala na Espanha).
De definitivo, temos que belingela e belinjela não existem. 
A coisa não fica na duplicidade de grafia entre Brasil e Portugal. O Dicionário Houaiss - para ser do contra? - apresenta apenas uma forma, beringela, com "g", e repudia berinjela. Os demais dicionaristas brasileiros trazem berinjela, sendo que a Wikipédia e o Priberam registram, para informação, a grafia correta em terras lusitanas (beringela) e brasileira (berinjela).

Curiosidade

Se você digitar beringela no dicionário Priberam - que funciona em um site de origem portuguesa -, vai encontrar, apenas, berinjela. Depois da definição, lá embaixo, a nota: "Grafia em Portugal: beringela".



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Um abraço!
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Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

Um comentário:

  1. Tanto beringela como berinjela estão certas ou erradas, dependendo de onde você está. Sabia disso?

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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

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Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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