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terça-feira, 10 de julho de 2012

VERBO

O que é verbo? como se classifica
É a palavra dinâmica que denota ação, estado e fenômeno, flexionando-se em tempo, modo, número, pessoa e voz.
O eremita procurou a montanha, encerrou-se numa choupana, duvidou da própria existência e descobriu o sentido das coisas.
Ventava, nevava e fazia muito frio.

CLASSIFICAÇÃO
Quanto à conjugação, os verbos...
classificam-se em:
a) auxiliares: participam da conjugação do verbo principal.
Exemplos: ter, haver, ser, estar, ou qualquer verbo que lhes faça as vezes.
b) regulares: seguem o modelo da respectiva conjugação, isto é, não alteram o radical nem as terminações.
Exemplos: falar, pensar, estudar (modelo: amar); entender, responder, defender (modelo: vender); aplaudir, repartir, assistir (modelo: partir).

c) irregulares: não seguem o modelo da respectiva conjugação.
Exemplos: dar, passear, estrear (modelo: amar); fazer, dizer, querer (modelo: vender); vir, intervir, desavir (modelo: partir).
d) defectivos: são os verbos que sofrem alterações substanciais, apresentando radicais diversos. São: ser, ir.
f) abundantes: são verbos que apresentam mais de uma forma de igual valor.
Exemplos:
Comprazer: eu comprazi ou comprouve.
Construir: tu construis ou constróis.
Entupir: tu entupes ou entopes.
Entregar: entregado ou entregue.
Nota: geralmente a alternância de formas ocorre no particípio.
Exemplos:
Aceitar: aceitado, aceito, aceite
Entregar: entregado, entregue
Enxugar: enxugado, enxuto
Expulsar: expulsado, expulso
Fartar: fartado, farto
Findar: findado, findo
Pagar: pagado, pago (esta última é a forma consagrada)
Pegar: pegado, pego (cuidado: esta última forma é condenada)
Prender: prendido, preso
Suspender: suspendido, suspenso
Inserir: inserido, inserto
Tingir: tingido, tinto
Ganhar: ganhado, ganho (esta última é a forma consagrada)
Gastar: gastado, gasto (idem)
Isentar: isentado, isento
Limpar: limpado, limpo
Matar: matado, morto
Eleger: elegido, eleito
Imprimir: imprimido, impresso

CONJUGAÇÕES
São três as conjugações verbais:
a) Primeira: caracterizada pela vogal temática A.
Exemplos: falar, pensar, caminhar, passear, idealizar, paralisar, etc.
b) Segunda: caracterizada pela vogal temática E.
Exemplos: entender, responder, defender, acender, transcender, reter, etc.
c) Terceira: caracterizada pela vogal temática I.
Exemplos: aplaudir, partir, sair, cair, possuir, fluir, intervir, etc.
OBSERVAÇÃO 1: o verbo pôr, cuja forma arcaica é poer, pertence, com todos os seus derivados, à segunda conjugação.
OBSERVAÇÃO 2: De acordo com a nova reforma ortográfica, não é mais usado o acento diferencial - utilizado para diferenciar certos substantivos e formas verbais, para distingui-los graficamente de outras palavras. Assim, "voltarei para casa" (preposição) não mais se diferencia de "Janaina não para de se lamentar" (verbo); "seguirei pelo caminho antes percorrido" (contração da preposição PER mais o artigo definido O ou o pronome demonstrativo O) de "o pelo do gato de Veridiana é malhado" e de "Mariana pelou os amendoins para fazer o doce". A queda do acento diferencial estende-se às palavras compostas para-brisas, para-raios. Entretanto, foram mantidos os acentos do verbo pôr e de sua conjugação no pretérito perfeito, pôde. O acento de fôrma, para distinguir o termo de forma, passa a ser facultativo.

FORMAS NOMINAIS DO VERBO

São três as formas nominais do verbo, assim chamadas porque, além de seu valor verbal, podem desempenhar função de nome (substantivo, adjetivo ou advérbio). São:
a) infinitivo: pode funcionar como substantivo e caracteriza-se pela desinência R.
Exemplos: "Morrer, se preciso for; matar, nunca." (Rondon)
"Viver é lutar."
c) Particípio: pode funcionar como adjetivo e caracteriza-se pela desinência DO.
Exemplos:
Aluno aplicado.
Exercício corrigido.
Pai estimado.
Mãe endeusada.
c) Gerúndio: pode funcionar como adjetivo ou advérbio e caracteriza-se pela desinência NDO.
Exemplos:
Água fervendo.
Morreu sorrindo.
Sol raiando.
NOTA IMPORTANTE: o verbo vir e seus derivados apresentam a mesma forma no particípio e no gerúndio: vindo.

MODOS VERBAIS
Assim denominamos a maneira como o verbo exprime a ação, classificando-se em:
a) indicativo: exprime ação real, categórica.
Exemplos: eu falo, falei, falava, falarei, etc.
b) subjuntivo: exprime ação irreal, hipotética, duvidosa.
Exemplos: talvez eu fale, falasse; se eu falar, se eu falasse, etc.
c) imperativo: exprime ordem, às vezes súplica, pedido, convite.
Exemplos:
Fale a verdade!
Vá e volte!
Não diga isto!
Senhor, tende piedade de nós!
Partamos, amigos, fujamos todos!

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TEMPOS VERBAIS
São três os tempos do verbo:
a) presente: exprime ação ocorrida no momento da própria enunciação verbal.
Exemplos: falas, andam, dizemos, ouves, trabalhais, passeia, etc.
b) pretérito: exprime ação anterior ao momento da enunciação verbal, e subdivide-se em:
1. pretérito perfeito: denota ação completa, plenamente realizada;
Exemplo: Assassinaram o camarão.
2. pretérito imperfeito: denota ação incompleta, interrompida:
Exemplos: Eu pensava na vida quando ele chegou.
3. pretérito mais-que-perfeito: denota ação anterior a outra ação também perfeita.
Exemplo: Quando a polícia chegou, o ladrão já fugira (tinha fugido).
c) futuro: exprime ação posterior ao momento da enunciação verbal e subdivide-se em:
1. futuro do presente: denota ação verbal posterior ao presente ou momento da enunciação.
Exemplos:
Partirei em silêncio.
Enfrentarás tranquilo as provas.
2. futuro do pretérito: denota ação verbal, cujo ponto de referência é o passado ou momento anterior ao ato da enunciação verbal.
Exemplos:
Partiria em silêncio.
Enfrentarias tranquilo as provas (se estudasses anteriormente).
Nota: quanto ao futuro do pretérito, há sempre subentendida uma condição.

VOZES VERBAIS
Denotam a relação entre o sujeito e a própria enunciação verbal, podendo ser:
a) voz ativa: em que o sujeito é o próprio agente ou praticante da ação.
Exemplos:
O homem ironiza o destino.
Os filósofos surpreendem a razão das coisas.
A tecnologia superou o homem.
b) voz passiva: em que o sujeito é o paciente ou recipiente da ação.
Exemplos:
O destino é ironizado pelo homem.
O homem foi superado pela tecnologia.
Nota: a voz passiva apresenta duas formas:
a. forma composta: neste caso, denomina-se voz passiva analítica.
Exemplo: Flores rubras de violência eram semeadas nas trincheiras.
2. forma simples: neste caso, temos o verbo seguido do pronome SE. Esta forma é chamada voz passiva sintética ou voz passiva pronominal.
Exemplo: Semeavam-se flores rubras de violência nas trincheiras.
c) voz reflexiva: em que o sujeito é agente e paciente da ação verbal, ao mesmo tempo.
Exemplos:
O homem ironizava-se.
Os filósofos surpreendem-se.
A tecnologia superou-se (e não ao homem).
A voz reflexiva pode assumir sentido de reciprocidade, quando no plural.
Exemplo: Eles se odeiam (um odeia o outro).
OBSERVAÇÕES:
a) só os verbos transitivos diretos ou bitransitivos admitem voz passiva.
b) uma oração na voz ativa, cujo verbo seja transitivo direto, admite a voz passiva, sofrendo a seguinte transformação:
c) o sujeito agente (da ativa) passa a ser agente da passiva.

MODO                TEMPO (voz ativa)
Indicativo
Presente = amo
Pretérito
1. perfeito
   simples = amei
   composto = tenho amado
2. imperfeito = amava
3. mais-que-perfeito
   simples = amaria
   composto = tinha amado

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GRAMÁTICA E QUESTÕES VERNÁCULAS
PRODUÇÃO JURÍDICA
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e os mais, na coluna ao lado. Esteja à vontade para perguntar, comentar ou criticar.
Um abraço!
Thanks for the comment. Feel free to comment, ask questions or criticize. A great day and a great week! 

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches 

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QUEM SOU EU

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

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