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quarta-feira, 6 de setembro de 2017

CEDILHA: O QUE VOCÊ SABE SOBRE ELA?

Sinal diacrítico: alteração de fonemas. cedilha, til, trema, acentosA cedilha, sinal diacrítico, como o til e o trema, os acentos agudo grave e circunflexo, empregados para alterar a pronúncia de certas letras. Com a nova pronúncia...

Sinal diacrítico

cedilha, sinal diacrítico, como o til e o trema, os acentos agudo grave e circunflexo, empregados para alterar a pronúncia de certas letras. 
Com a nova pronúncia altera-se a fonética, mas não é criada uma nova letra; o "c" cedilhado se mantém o mesmo "c", apenas com um penduricalho, uma pequena vírgula (a cedilha). Portanto, o "c", com cedilha ou sem ela, obedece nos dicionários e listas a disposição alfabética normal, independentemente de ser a letra cedilhada. Se o trema foi abolido pelo Acordo Ortográfico, mantido apenas na grafia de palavras de origem estrangeira, o til e a cedilha permanecem vivos.



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Como nasceu o “c” cedilha

espanhol medieval, latim, germania: como nasceu o latim
A cedilha tem origem no latim clássico, que pronunciava o “c”, sempre, como “k”. Assim, Cicero era lido Kikero.
O latim vulgar deu origem às línguas neolatinas; na transformação, o c antes de “e” e “i” foi abrandado e a alteração era representada pela letra “z” escrita depois do “c”, para indicar a pronúncia sibilante, como o "s" inicial ou o dígrafo "ss". 
O tempo passou e o “z” passou a ser escrito abaixo do “c”; adiante o “z” diminuiu e passou a ser conhecido como “pequeno zê” ou “zezinho”, considerada a tradução de cedilha: zedilla, em espanhol, significa pequeno zeda ou zeta – o nome da letra “z”.
Com o tempo, novos padrões e regras foram adotados e tornados norma. Por conta das transformações da língua, hoje, no português, a cedilha é utilizada apenas antes de "a", "o" e "u", mas até o século 15 ou 16 usava-se antes de qualquer vogal, pois o "c", sem ela, era pronunciado "k". Isso no português.

"Cedilha" quer dizer...


No espanhol a cedilha foi substituída pelo “z”, mas ainda é usada em outros alfabetos, como os da língua catalã, francesa, polonesa, turca e albanesa. 
Curiosamente, o “c” cedilhado pode ser usado antes de “a”, “o”, “u” e no final das palavras, em catalão (cê trencada); em francês (cé cédille), usa-se no início de palavras, mas não no final; em polonês o sinal é usado, também, sob vogais, como em  “ę” e “ą” e no turco, sobre outras consoantes, como é o caso de “ģ” ou “ś”.



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Quando usar o "cê cedilha"


No português, o “c” cedilhado é usado nas palavras de origem árabe, tupi ou africana, como é o caso de açafrão, açúcar, paçoca, Iguaçu, araçá, caçula, araçá, caçula, açafrão, juçara, miçanga, muçulmano; após ditongos, como louça e traição e nos sufixos –aça, aço, -iça, iço, uça e uço, como em barcaça, , dentuça, carniça, caniço, cortiça, dentuço, couraça, bagaço.
Se o verbo tiver ND no radical, o D será substituído por S, formando NS e afastando o uso do “c” cedilha. É o caso do verbo compreeNDer, que origina compreeNSão, jamais compreeNÇão.
A cedilha aparece, ainda, nos derivados do verbo ter, como contenção e retenção e também depois de IN e UN, como é o caso de distinção disfunção.
Por fim, é empregada na formação de substantivos a partir de verbos, com o uso dos sufixos –ação e –ção: construir/construção; exportar/exportação; capacitar/capacitação. 

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Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

Um comentário:

  1. Supercurioso, Maria. Parabéns pelo blog, aprendi mais uma.

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QUEM SOU EU

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

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